INDICE DOS INDICES LIVROS PUBLICADOS PELO CEHA


AS SOCIEDADES INSULARES NO CONTEXTO DAS INTER-INFLUENCIAS CULTURALES DO SECULO XVIII O INFANTE E AS ILHAS COMÉRCIO INTER-INSULAR NOS SÉCULOS XV E XVI. MADEIRA,AÇORES E CANÁRIAS. Alguns elementos para o seu estudo PORTUGAL E A ILHA OS ESCRAVOS NO ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA.SÉCULOS XV A XVI EL COMERCIO CANARIO EUROPEO BAJO FILIPE II S.TOMÉ E PRINCIPE NA SEGUNDA METADE DO SÉC . XVIII AS CAPITANIAS- O REGIME SENHORIAL NA EXPANSÃO ULTRAMARINA PORTUGUESA VIAGENS DE EXPLORAÇÃO GEOGRÁFICA NA AMAZÓNIA EM FINAIS DO SÉCULO XVIII: POLÍTICA, CIÊNCIA E AVENTURA A FAZENDA REAL NA ILHA DA MADEIRA. segunda metade do século XVI TEMAS HISTÓRICOS MADEIRENSES

AS SOCIEDADES INSULARES NO CONTEXTO DAS INTER-INFLUENCIAS CULTURAIS DO SECULO XVIlI

1ª edição. Março 1994 Colecção Atlântica, 3 ISBN 972-648-063-9 DL. 76947/94 CULTURA E POLITICA NO SÉCULO XVIII—Notas de Leitura Luís A. de Oliveira Ramos 7 A REPORMA DA UNlVERSIDADE DE COIMBRA (1772) E O SEU REFLEXO NA SOCIEDADE INSULAR Fernando Taveira dla Fonseca 15 Reflexiones sobre la repercusion del corso maritimo en las Islas Canarias Antonio de Bethencourt Massieu 51 FUNCHAL NO CONTEXTO DAS MUDANÇAS POLÍTICO-IDEOLÓGICAS DO SECULO XVII. O CORSO E A GUERRA DE REPRESALIA COMO ARMA Alberto Vieira 93 AS REFORMAS POMBALINAS NOS AÇORES À LUZ DO IDEÁRIO POLITICO DO SÉCULO XVIII Avelino de Freitas de Meneses 115 VENTOS DA HISTÓRIA—Sinais de Ilumismo e Revolução na Madeira do sec. XVIII António Loja 137 MADEIRA, CANARIAS Y LAS ISLAS DEL CARIBE: LA DIFUSION DE LAS IDEAS A TRAVES DE LAS RELACIONES MERCANTILES EN EL SIGLO XVIII. UN INTENTO DE APROXIMACION Manuel Hernandez Gonzalez 159 AS INSTRUÇOES PARA O GOVERNADOR D. DIOGO PEREIRA PORJAZ COUTINHO(1781-1798) Nelson Veríssimo. 185 VOLTAR AO PRINCÍPIO

O INFANTE E AS ILHAS

1ª edição Julho de 1994 Colecção Atlântica. 4 ISBN. 972-648-068-X DL. 79239/94 A Ilha da Madeira e a Economia Atlântica no tempo do Infante D. Henrique— JOAQUIM ROMERO MAGALHÃES 15 O Infante e as Canárias MANUEL LOBO CABRERA 35 O Infante e os Açores e a memória local no contexto das Comermorações Henriquinas CARLOS GUILHERME RILEY e JOSÉ DAMIÃO RODR]GUES 51 O Infante e a Madelra: dúvidas e certezas ALBERTO VIEIRA 75 Anexo Documental(documentação das ilhas do tempo do infante) 95 VOLTAR AO PRINCÍPIO

O COMÉRCIO INTER-INSULAR NOS SÉCULOS XV E XVI MADEIRA,AÇORES E CANÁRIAS. Alguns elementos para o seu estudo

ALBERTO VIEIRA

!ª edição 1987 Colecção memórias. 1 INTRODUÇÃO I PARTE O ATLANTICO E AS ÁREAS INSULARES 1. A ECONOMIA INSULAR 2. AS ÁREAS INSULARES A EXPANSÃO E O COMÉRCIO NO ATLANTICO: AS ROTAS DE NAVEGAÇAO E COMÉRCIO II PARTE O COMÉRCIO INTER-INSULAR 1 . FACTORES. 27-157 1.1 Regulamentação das actividades económicas 27-40 1 .2 Técnicas 41-63 1.3 Agentes 1.4 Emigração inter-insular 1.5 Os produtos 2. COMÉRCIO 2.1.Mercados e produtos insulares.120-137 2.2. Comércio de cabotagem.138-140 2.3. Comércio Inter-insular.141-146 2.4. Comércio atlantico-europeu.147-158 CONCLUSÃO FONTES E BIBLIOGRAFIA VOLTAR AO PRINCÍPIO

PORTUGAL E A ILHA

ERNESTO GONÇALVES

1ª edição Setembro de 1992 Colecção Memórias 8 ISBN.972-648-056-6 DL.61410/92 Prefácio de Alberto Vieira Estudos sobre Ernesto Gonçalves. lª PARTE. ESTUDOS HISTÓRICOS Ocupação da Madeira e Porto Santo Adão e Eva O Infante e a Madeira Funchal, 1470 Os «Homens Bons» do concelho do Funchal em 1471 João Gomes da Ilha . Portugal e a Ilha . Diogo de Teive Para o conhecimento dum precursor de Colombo João Afonso do Estreito. O Duque D. Joao. terceiro senhor da Madeira Os madeirenses na Restauração de Portugal Gil Enes, mestre da Sé Nossa Senhora do Monte. Séculos xv e XVI Algumas notas acerca do Curral dos Romeiros A rua da Mouraria ou a aventura duma palavra O destino da Pátria Portugalense. Aqui, na Madeira II PARTE. ESTUDOS HISTORIOGRÁFICOS Estudo da «Relação de Hancisco Alcoforado» Algo mais acerca da «Relação de Francisco Alcoforado» O capitão Tristão Teixeira, trovador do «Cancioneiro Geral» oão Gomes da Ilha e Duarte de Brito As Poesias de Joao Gomes da Ilha Poetas madeirenses do Cancioneiro Geral Duarte de Brito Alguns versos de Duarte de Brito . Uma poesia de Baltazar Dias Notas para a biografia de Pimenta de Aguiar António Dinis da Cruz e Silva e a sua ode a João Fernandes Vieira . Ainda acerca da ode de António Dinis da Cruz e Silva dedicada a Joao Fernandes Vieira . Estudo para uma biografia de Gomes Leal . . Gomes Leal e a Madeira . . . Gomes Lial e António Nobre . António Nobre na Madeira . . Raul Brandão ........ Três sonetos de Camilo Pessanha III PARTE. ESTUDOS LITERÁRIOS E ETNOGRÁFICOS Viagem à roda do meu quarto No Minho, ao sol do Verão Apontamentos Fohas de cademos antigos Saudades da Terra Histórias de Bisbis: Dois diálogos e algumas cantigas da tradição oral do povo madeirense Quatro contos, um romance e algumas cantigas A Família e o Estado Bibliografia de Ernesto Gonçalves VOLTAR AO PRINCÍPIO

OS ESCRAVOS NO ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA SÉCULOS XV A XVI

ALBERTO VIEIRA

1ª edição.Setembro de 1991 Colecção memórias. 5 ISBN. 972-648-046-9 DL.48451/91 1.INTRODUÇÃO 5 2.O ARQUIPÉLAGO E O ESCRAVO 11 2.1. O Arquipélago. Sé6culos XV-XVII 13 2.2. O Comercio de Escravos 33 2.3. A Escravatura no Arquipélago 67 2.3.1. A População Escrava 69 2.3.1.1. Demografia 69 2.3.1.2. Escravos e Livres 2.3.1.3. O Escravo ~126 2.3.1.4. O Proprietário 139 2 .3 .2 . O Escravo e o Tempo 153 2.3.2.1. O Tempo 153 2.3 .2.2. As Actividades 163 2.3.3. O Escravo e o Açucar 169 2.3.4. O Caminho para a Liberdade 179 3.A ESCRAVATURA MADEIRENSE. SUAS IMPLICAÇÕES l99 3.1. O Escravo e a Lei 201 3.2. O Escravo, a Igreja e a Religião 209 3.3. Reminescencias Étaicas 221 CONCLUSÃO 227 ANEXO 231 4.OS ESCRAVOS E A DOCUMENTAÇÃO 451 4.1. Registos Paroquiais. Modelo 455 4.2. Testamentos 456 4.3. Documentos sobre a Alforria dos Escravos 471 4.4. Visitações e Constituições Sinodais 477 4.5. Documentação Senhorial e Régia 480 5. AS POSTURAS INSULARES 491 5.1. Posturas do Funchal (1572-1587) 493 5.2. Postura do Funchal aprovadas em Vereação 495 FONTES E BIBLIOGRAFIA. 499 VOLTAR AO PRINCÍPIO

EL COMERCIO CANARIO EUROPEO BAJO FILIPE II

MANUEL LOBO CABRERA

1ª edição. Dezembro de 1988 Colecção Memórias. 3 ÍSBN. 972-648-024-8 DL. 24686/88 INTRODUCCION CAPITULO l GRAN CANARIA PUERTO Y MFRCADO DEL ATLANTICO 1 . GRAN CANARIA E INDIAS COMEERCIO Y RELACIONES 2. GRAN CANARIA Y AFRICA 2.1. Comercio y pescaes Berbería 2.2. Comercio C07Z Africa negra 3. GRAN CANARIA PLAZA BANCARIA CAPITULO II.ELEMENTOS E INSTRUMENTOS DEL COMERCIO 1.PUERTOS 2.TRANSPORTE 2.1. Nombre de los navios 2.2. Tonelaje. 2.3. Maestre y tripulación 2.4. Fletes 2.5.Averías 2.6.Interpretes 2.7.Marca de las mercancias 3.RUTAS. 4. RIESGOS DEL MAR Y CONSECUENCIAS 5.RENTAS DEL COMERCIO 6.SEGUROS 7. LA «COMMENDA» 8. LA COMPANIA MERCANTIL 9. BALANCE DEL MOVIMIENTO DEL TRÁFICO CAPITULO III. PESAS, MEDIDAS Y MONEDAS EN EL COMERCIO EUROPEO . 1 . PESAS Y MEDIDAS 2. MONEDAS 104 CAPITULO IV. PRODUCTOS DE INTERCAMBIO Y EXPORTACION 107 1 .AZÚCAR Y DERIVADOS 108 2.VINOS Y DERIVADOS 120 3.LA ORCHILLA 123 4.LOS CEREALES 126 5.OTROS PRODUCTOS ISLENOS 128 6.PRODUCTOS EXÓTICOS 133 CAPITULO V. VOLUMEN DE LAS EXPORTACIONES Y RELACIÓN CON LOS MERCADOS 139 1.ESTUDIO CUANTITATIVO 140 2.MERCADOS 160 2.1. Cádiz 161 22 Sevilla 164 2.3.Italia 167 9.4.Portugal 168 2.5. Francia 171 2.6. Flandres 173 2.7. Otros mercados 175 CAPITULO VI.EXPORTADORES Y CONSIGNATARIOS.LAS COLONIAS MERCANTILES 1.EXPORTADORES Y CONSIGNATARIOS 181 1.1. Comercio con Cádiz 184 1.2. Comercio con Sevilla 193 1.3. Comercio con Italia 195 1.4. Comercio con Portugal *.~ 198 1.5. Comercio con Francia 199 1.6. Comercio con Flandres 204 CAPITULO VII.LAS IMPORTACIONES 1 1MPORTACIONES DE LA PENíNSULA 212 2.IMPORTACIONES DE ITALIA 215 3 lMPORTACIONES DF PORTUGAL 216 4.1MPORTACIONES DE FRANCIA 219 5. IMPORTACIONES DE FLANDES 220 CONCLUSI0NES 223 FUENTES Y BIBLIOGRAFIA 229 VOLTAR AO PRINCÍPIO

S.TOMÉ E PRINCIPE NA SEGUNDA METADE DO SÉC.XVIII

CARLOS AGOSTINHO DAS NEVES

1ª edição Dezembro de 1989 Colecção Memórias. 2 DL. 34351/90 Apresentasão Prefácio INTRODUÇÃO Aspectos geográficos O descobrimento O povoamento A Economia O balanço CAPITULO I A CONJUNTURA INTERNACIONAL E O ESTADO DO IMPÉRIO COLON1AL PORTUGUES NA 2.a METADE DO SÉC. XVIII 1. O interesse dos europeus pela costa ocidental africana 2. O comércio no Atlantico e a política portuguesa 3. A política colonial de Pombal: uma teoria política da colonização? CAPÍTULO II A ORGANIZAÇÃO DO PODER l. O quadro político, institucional e administrativo 2. Os conflitos institucionais e administrativos 3. A instituição militar e a sua capacidade de reacção face às agressões estrangeiras 3.1 A organização da defesa 3.2 A reacção face às agressoes estrangeiras 4. O desmembramento das colónias portuguesas do golfo da Guiné CAPÍTULO A ECONOMIA 1. A agriultura e a organização fundiária 2. O comércio e o tráfico de escravos 2.1 O comércio no Atlântico e a politica portuguesa 2.2 Considerações gerais sobre a navegação e o tráfico de escravos entre a Costa da Mina e a Baía 2.3 A organização do tráfico de escravos entre a Costa da Mina e a Baía 2.4 O papel do tabaco e as regiões do tráfico de escravos 2.5 S. Tomé e Príncipe: escalas obrigatorias do trafico no golfo da Guiné 3. A Fazenda Real CAPíTULO IV A SOCEDADE 1. Estrutura e dinamica populacional Cifras populacionais e a sua distribuição 2. Os grupos sociais e suas relações 2.1 Os grupos sociais 2.2 Os conflitos sociais 2.3 A igreja e a sociedade 3. Alguns aspectos da vida social: as cidades; a vida rural; alguns usos e costumes CONCLUSÃO Fontes e bibliografia Apêndice documental VOLTAR AO PRINCÍPIO

AS CAPITANIAS O REGIME SENHORIAL NA EXPANSÃO ULTRAMARINA PORTUGUESA

ANTÓNIO VASCONCELOS DE SALDANHA

1ª edição Dezembro de 1991 Colecção memórias 6 ISBN. 972-648-054-X DL: 53935/92 NOTA PREVIA PREFÁCIO BIBLIOGRAFIA INTRODUÇÃO CAPITULO I O Tema CAPÍTULO II —As Fontes úteis para o Estudo das Capitanias CAPÍTULO 111 —Criação, Transmissão e Extinção das Capitanias CAPITULO IV —O Governo da Capitania CAPITULO V —A Justiça CAPÍTULO VI —As Sesmarias CAPITULO VII —Propriedade e Rendimento dos Capitães CAPITULO VIII O Poder Real e As Capitanias. Autonomia e Subordinação CAPITULO IX O Processo de Incorporação das Capitanias CONCLUSÃO APENDICE DOCUMENTAL Bibliografia VOLTAR AO PRINCÍPIO

ESTUDOS SOBRE HISTÓRIA DA MADEIRA

FERNANDO JASMINS PEREIRA

1ª edição. Setembro de 1991 Colecção Memórias. 4 ISBN. 972-648-047-7 DL.49925/91 Fernando Jasmins Pereira na Historiografia Madeirense. Xlll E s t u d o s Alguns Elementos para o Estudo da Histórza Económica da Madeira (Capitania do Funchal Século XV) Introdução § I—Sobre a impoltância da História da Madeira § 2- Sobre a historiografia madeirense § 3 Sobre os fundamentos do presente estudo § 4 Sobre as fontes doeumentais do presente estudo . Primeira Parte—Conspecto Geral Capítulo I Perspectivas dos primórdios da colonização § 1—O Capítulo de D. João I e a doação de D. Duarte: o início do povoamento e seus problemas .............. §2—Período Henriquino: fixação do povoamento e estruturação de um quadro administrativo Capítulo II Desenvolvimento da comunidade madeirense § 1—Panorama do início do governo fernandino . § 2-Desenvolvimento populacional e expansão do povoamento § 3-Regimento, defesa e honra da Terra . Segunda Parte O aproveitaneento da terra. Capítulo I—Quadro da concessao de terras . § 1—O Capítulo de D. João I sobre a concessão de terras e as determinações de D. Henrique §2—Alterações posteriores . Capítulo 11 A cultura cerealífera . § I—Os cereais no início da colonização § 2—A importancia da cultura do trigo § 3-Decadencia da cultura cerealífera . Capítulo III—A cultura da cana sacarina § 1-Inícios da cultuta sacarina. § 2—Expansão da cultura sacarina $.3-Questões marginais §4—A cultura sacarina e a cultura cerealífera . Capítulo IV—Outras modalidades de aproveitamento da terra § 1- Gados § 2- Madeiras § 3- Pesca § 4 -Vinho . Terceira Parte O açúcar madeirense Capítulo I A produção de açúcar § 1 Fase agricola § 2—O pessoal encarregado do fabrico § 3 O alealdamento do açúcar . § 4 Balanço Capítulo II O comércio açucareiro . § 1- Primeiras notícias § 2—O comércio no período de expansão § 3-O contingentamento das exportações § 4—Sobre a expansão do comércio açucareiro Quarta Parte O sistema tributário Capítulo I Rendas e direitos § 1- Resenha de informaçdes § 2 Ordenação dos elementos § 3 Outros pormenores Capítulo II Os direitos do açúcar § 1- O foral ao contrato de 1467 § 2 O contrato de 1467 § 3—Depois do contrato Capítulo III Organização da Alfandega § 1 O regimento de 1477 § 2—Os capítulos de 1483 § 3- Estatuto da Alfandega Capítulo IV- O tributo extraordinário de 1478 . Nota do organizador O Açúcar Madeirense de 1500 a 1537. Produção e Preços Introdução Interesse da matéria 2 Limites e dificuldades da investigaçao 3- Objecto do Estudo Parte l Valores da Produção Capítulo I Enquadramento da matéria 1. Regime Fiscal 2. Contabilização do rendimento 3. Dispêndio de açúcar 4. Norma do cálculo Capítulo II Evolução da produtividade 1. Exame dos cálculos formulados . 2. Perspectiva do início do século 3. Período dos quartos 4. Período dos quintos. S. Síntese da produção Parte II Evolução dos preços Capítulo I O Açúcar branco 1. Perspectiva do início do século 2. De 1507 a 1512 3. De 1515 a 1531 4. De 1535 a 1537 5. Quadro evolutivo dos preços Capítulo II- As outras qualidades de açúcar 1. Períodos abrangidos. 2. Fixação dos preços . Conclusões Bibliografia O Algarve e a Madeira Críticas e aditamentos a Alberto Iria Participação da Madeira no Pedido e Empréstimo de 1478 Bens Eclesiásticos Diocese do Funchal Estrangeiros na Madeira entre 1500 e 1537 Introdução Elenco de notícias Introdução a «Livros de Contas da Madeira. 1504-1537» Introdução ao Estudo das Capitanias Madeirenses Biblioteca Histórica da Madeira VOLTAR AO PRINCÍPIO

VIAGENS DE EXPLORAÇÃO GEOGRÁFICA NA AMAZÓNIA EM FINAIS DO SÉCULO XVIII: POLÍTICA, CIÊNCIA E AVENTURA

ANGELA DOMINGUES

1ª edição 1991 Colecção Memórias 6 ISBN 972-648-052-3 DL. 50584/91 INTRODUÇÃO 1. AS DEMARCAÇÕES DE LIMITES E A VIAGEM CIENTIFICA DE ALEXANDRE RODRIGUES FERREIRA: REFLEXOS DE UMA POLiTICA COLONIAL 11 2. A FORMAÇÃO DE UMA ÉLITE DO CONHECIMENTO: PROBLEMÁTICA DE UMA POLÍTICA CIENTIFICA a) Os engerlheiros cartógrafos 23 b) Os matemáticos 24 c) O naturalista 25 3.AS FORMAS DE INTERVENÇÃO NO ESPAÇO AMAZÓNICO 33 3.1.As demarcações de limites 39 3.1.1. 0 conhgecimento imediato do território: inquéritos e expedições de reconhecimento 40 3.1.2. A execução do acordo: as expedições oficiais 42 3.1.3. A Função dos cartógrafos 50 3.1.4. A multiplicidade dos interesses 52 3.2.A viagem científica 55 3.2.1. O naturalista na capitania de S. José do Rio Negro 58 3.3.A dimensão humana e as contingências materiais 71 3.3.1. As remunerações 73 3.3.2. A alimentação 73 3.3.3. As doenças 77 3.3.4. Os obstáculos 79 3.3.5. As canoas 82 3.3.6. Os instrumentos 85 CONCLUSÃO 89 BIBLIOGRAFIA 91 I—Fontes Manuscritas 91 II—Cartografla 92 III—Fontes Impressas 92 IV—Iconografia 93 V—Estudos e Obras Críticas 94

A FAZENDA REAL NA ILHA DA MADEIRA. segunda metade do século XVI

SUSANA MUNCH MIRANDA

1ª EDIÇÃO. Nov. de 1994 COLECÇÃO MEMÓRIAS. 9 ISBN 972-648-069-8 DL.77518/94 PREFÁCIO NOTA PRÉVIA SUMÁRIO INTRODUÇÃO FUNDAMENTOS POLÍTICO-JURÍDICOS DO SISTEMA TRIBUTÁRIO MADEIRENSE. DA FISCALIDADE SENHORIAL À FISCALIDADE RÉGIA Capítulo I. O QUADRO TRIBUTÁRIO 1. Os Direitos Reais 1.1. Os Quintos do Açúcar 1.2. As Dízimas de Importação e Exportação 1.3. Os Dízimos da Terra 2. A Estrutura Administrativa: Os organismos de cobrança 2.1. A Provedoria da Fazenda 2.2. Os Almoxarifados do Funchal e Machico 2.2.1. As Alfandegas 2.2.2. As Recebedorias 2.3. A Executoria das Dívidas 3. Formas de Percepção 3.1. Percepção directa 3.1.1. Envio para o reino 3.1.2. Contratos de compra 3.2. Os Arrendamentos globais 3.2.1. 0 contrato de arrendamento de 1581-1586 3.2.1.1. 0 contrato de venda do açúcar 3.2.2. O contrato de arrendamento de 1587-1592 86 3.2.3. Os arrerldamentos até final do século 88 3.3. Os arrendamentos dos Dízimos 91 Capítulo II. OS QUADROS DO OFICIALATO 97 Provedor da fazenda 99 Escrivao da fazenda e contos 108 Porteiro dos contos l10 Almoxarife da alfândega e quintos 111 Escrivão do almoxarifado da alfândega e quintos 117 Porteiro do almoxarifado 120 Homens do almoxarifado 120 Solicitador das dividas, meirinho das execuções e escrivão das execuções 121 Juiz da alfândega 122 Feitor da alfândega 123 Escrivão da alfândega 125 Escrivão da ribeira 127 Alcaide do mar 127 Porteiro da alfândega 129 Guardas da alfândega 130 Selador da alfândega 131 Quintadores 132 Escrivão dos quintos 135 Procurador dos feitos da fazenda 137 Inquiridor dos feitos da alfandega 138 Em Síntese 138 Capítulo III. ORÇAMENTO DE RECEITAS E VESPESAS 143 1. A Receitas 143 1. l. Globais 143 1.2.Por capitania 146 1.3. De cada um dos direitos 147 Quintos 148 Dízimas de importação e exportação 151 Miunças 155 2. As Despesas 162 2.1. A redízima 163 2.2. O dispêndio de açúcar 163 2.2.1. Guarda-reposte l64 2.2.2. Esmolas 165 2.3. O dispendio em dinheiro 166 2.3.1. Vencimentos 169 Fazenda l69 Justiça 171 Milícia 173 2 3.2. CÔngruas 177 2.3.3. Tenças e Padrões de Juro 179 2.3.4. Despesas EstraordináriaS 180 3. Em Síntese 181 CONCLUSÃO 185 FONTES E BIBLIOGRAFIA 1 89 APÊNDICE 197 VOLTAR AO PRINCÍPIO

TEMAS HISTÓRICOS MADEIRENSES

JOEL SERRÃO

1ª edição. Set. 1992 Colecção atlântica nº.2 ISBN: 972-648-055-8 DL: 55488/92 NA ALVORADA DO MUNDO ATLÂNTICO Primórdios da colonização da ilha da Madeira(1425-1470) A exploração económica da Madeira(1425-1470) A vida Social madeirnese Conclusão O Infante D. Fernando e a Madeira (1461-1470). Elementos para a formulação de um problema 29 Sobre o «trigo das ilhas» nos séculos XV e XVI. Le blé des lles atlantiques. Madère et Açores aux XVe et XVIe siecles . O rendimento das alfândegas do arquipélago da Madeira (1581-1587) . Em torno da economia madeirense de 1580 a 1640 103 Sobre o comércio do açúcar entre Viana do Castelo e o Funchal, de 1581 a 1587 e sobre a decadência do a,cúcar madeirense a partir de finais do séc XVI. 117 O «contrabando atlântico» 127 Local de Publicação 141 Bibliografia 143 VOLTAR AO PRINCÍPIO