Depois do Dr. Adams, procedeu a vacinações o medico madeirense Dr. Antonio Caetano de Freitas, o qual em dois relatórios, um escrito em 1804 e o outro em 1807, deu também conta do que havia observado.
Em 1815, estabeleceu a Câmara, em virtude de portaria do governador, que todos os meses houvesse vacina para os expostos, aplicada pelo físico-mor, e em sessão de 7 de junho de 1823, resolveu a mesma corporação que se convidassem por meio de editais os pais de família a mandar seus filhos a vacinar ao hospital, onde havia «um estabelecimento gratuito para esse fim, criado no ano passado pelos cuidados da Câmara, de acordo com os guardas-móres de saúde e o provedor do mesmo hospital.»
Parece, pois, que só de 1822 ou de 1823 em diante é que o emprego da vacina começou a generalizar-se na Madeira, embora se saiba que antes disso eram os expostos vacinados, e que em 1804, quando muita gente punha ainda em duvida a utilidade das inoculações, já o governador Sequeira Freire as aconselhava a toda a gente, como o único meio eficaz de evitar o contagio e a propagação da varíola.